Na busca
pela qualidade de vida, escolhi Ubatuba para morar.
Em conseqüência deste fato e aliado ao amadurecimento profissional
que os anos me legaram, conto com esta influencia positiva no meu trabalho
feito aqui, em São Paulo ou em outras cidades.
A minha arquitetura tem uma linguagem que prima pela valorização
do espaço em suas distintas funções.
Procuro construir de maneira que o íntimo seja bem acolhedor,
e a parte social, embora acolhedora, seja descontraída e com
todos os seus setores integrados, com a ausência de vedos e às
vezes a presença de desníveis e campos visuais tenuemente
interrompidos por treliças, ou qualquer outro elemento vazado
que propicie a visualização do todo.
Plasticamente a minha obra usa madeira à vontade, grandes e harmoniosos
jogos de telhados, aliado a portas e janelas desenhadas com o empenho
de quem está desenhando a única.
Como Arquiteto costumo dizer que somos leitores de almas ou realizadores
de sonhos, portanto, desenvolvo os meus projetos de maneira a refletirem
os sonhos e os sentimentos dos futuros ocupantes.
Vicente
Ganzelevitch